quinta-feira, 16 de dezembro de 2021
COMPETINDO COM AS GIGANTES
segunda-feira, 12 de abril de 2021
QUEM ESTÁ POR TRÁS DE TUDO?
Muitos especulam se essa pandemia é resultado de mutação natural de um vírus, se é obra de Deus, ou do Diabo (por meio das mãos de homens que desenvolvem armas biológicas). Alguns afirmam que Deus a enviou para que os homens se arrependam. Os que afirmam que foi o Diabo, alegam que o motivo é tentar enfraquecer a obra de Deus.
É necessário examinar o contexto da pandemia, não só considerando seu aspecto sanitário e suas consequências em outras áreas, como também os desdobramentos políticos e sociais causados por aqueles que a usam como pretexto para controle social, lucros indevidos, e tentativa de hegemonia ideológica. As conclusões desse exame devem, então, serem comparadas com a Bíblia.
No Brasil, por decisão do STF, o poder para decisões de medidas de combate à pandemia passou aos governadores e prefeitos (incluindo o poder de proibir cultos). Alguns deles estão respeitando nossa constituição e nossas leis, e tomando boas medidas para o combate à pandemia. Outros não. Houve casos de extrema arbitrariedade e até violências, inclusive contra a liberdade religiosa. Entende-se, evidentemente, a necessidade de medidas sanitárias para debelar a pandemia, mas não o desrespeito aos direitos constitucionais, como a liberdade de culto. Como consequência, as igrejas não se reuniram durante meses, e agora só podem fazê-lo com muitas restrições. O mesmo ocorre em outros países.
A obra do Reino de Deus está sendo prejudicada. O mundo precisa das igrejas reunidas manifestando a misericórdia e o juízo de Deus. Também o testemunho pessoal está seriamente diminuído pela quase impossibilidade de aproximar-se das pessoas. A obra missionária está sendo tolhida em todo o mundo. Para a obra de Deus o melhor é que essa pandemia termine e não sirva mais como “motivo" para impedir que as igrejas se reúnam.
Ao longo da história identificamos pensamentos hostis ao cristianismo. O iluminismo afirmou que a fé cristã não resiste ao crivo da razão. O pensamento iluminista influenciou as ideias seculares e antieclesiásticas da revolução francesa. Como a igreja católica legitimava a monarquia, os revolucionários fomentaram essas ideias. Como resultado de sua disseminação, a Europa é hoje profundamente secularizada e refratária ao cristianismo.
Identificamos as mesmas ideias hostis ao cristianismo na doutrina social do marxismo. No Manifesto Comunista, Marx e Engels declararam a religião cristã como um dos principais entraves ao progresso social. Antônio Gramisci (um dos fundadores do partido comunista italiano e criador do marxismo cultural) afirmou que a igreja (protestante ou católica) é uma das principais superestruturas que impedem a revolução socialista, e portanto, precisa ser anulada ou destruída.
Como consequência da influência da ideologia marxista, é muito comum hoje às ideologias, partidos e governos de esquerda a hostilidade e desejo de destruir o cristianismo e suas igrejas. Enquanto não conquistam o poder, perseguem o cristianismo nas salas de aula e meios de comunicação. Mas se têm oportunidade o fazem por meio do controle político e social. Poucos esquerdistas admitem essa oposição ao cristianismo, mas basta lermos os seus livros basilares que a encontraremos neles.
Um estudo da história dos países de regime esquerdista, ou uma visita a esses países confirmará a perseguição da esquerda ao cristianismo: na antiga União Soviética as religiões eram proibidas e perseguidas, especialmente o cristianismo. Na China, em 1948 os comunistas tomaram o poder. Muitos dos missionários que lá permaneceram foram mortos. Mao Tse Tung, nos anos sessenta, iniciou uma perseguição violenta aos cristãos. Xi Jimping, líder absoluto do governo comunista da China, voltou a perseguir todas as religiões, especialmente o cristianismo, e instaurou um verdadeiro culto à sua personalidade, que representa o partido comunista chinês. Inaugurou também um programa para a China alcançar hegemonia mundial dentro dos próximos 30 anos. Ocorre algo semelhante na Coreia do Norte, onde cristãos são torturados e mortos com requintes de crueldade, e o “Líder" é adorado quase como um deus.
Quanto a Cuba, tão festejada pela esquerda brasileira como exemplo de socialismo, seu governo faz muitas restrições ao cristianismo. Quando Fidel Castro tomou o poder, as Bíblias foram destruídas e proibidas, os cultos públicos proibidos ou controlados, e os templos foram confiscados. Em 1965 todos os pastores foram presos. Os templos só foram devolvidos, em ruínas, muitos anos mais tarde. (é proibido construir novos templos até hoje, e as novas igrejas reúnem-se nas maiores casas que conseguirem). Até hoje os cultos são monitorados por agentes do governo, pastores são proibidos de exercer uma profissão secular para seu sustento, e cultos na rua e distribuição de folhetos são proibidos. Somente em 2014 a Bíblia foi novamente permitida.
Observamos em nosso país uma influência do pensamento de esquerda na mídia, entre a “classe artística”, e em muitas salas de aula. O cristianismo é apresentado como algo ruim, repressor e irracional. Os “bonzinhos” são os que repetem como papagaios as ideias “politicamente corretas” da esquerda. Quem discorda é tachado de fascista por “inocentes” úteis que não sabem nem o que é isso. A situação espiritual de nosso país deteriora rapidamente, e como consequência, também a situação social, política, e econômica. E agora há uma pandemia que dura mais de um ano, e serve de pretexto para tantas coisas ruins, inclusive a suspensão ou restrição de cultos. Podemos perceber que aqueles que têm pensamento hostil ao cristianismo estão utilizando a pandemia com oportunismo. Tudo isso interessa a quem? O que diz a Bíblia?
Os que creem que esta pandemia foi provocada por Deus afirmam, baseando-se em Apocalipse 6:8, que essas epidemias antes do fim são sinais da ira de Deus sobre os que não se arrependem de seus pecados. Entretanto, examinando o contexto interno e histórico desse livro, o texto em questão adequa-se mais ao juízo de Deus sobre o Império Romano, que perseguia duramente os cristãos. Jesus ensinou que, antes da sua volta haverá calamidades em vários lugares, incluindo pestes, que é o mesmo que epidemias (Lucas 21:11). Ele não deu mais detalhes sobre isso. Esse ensino de Jesus nos é suficiente, pois seu objetivo é que estejamos alertas, firmes na fé e zelosos em servi-lo (Lucas 21:28-36).
A Bíblia ensina que Satanás está atuando veladamente para que o pecado prevaleça no mundo e venha o homem da Iniquidade. (II Tessalonicenses 2:1-12). Paulo se refere a este fato como o “mistério da iniquidade” que já naqueles dias estava atuando (v.7). Esse homem da iniquidade virá pouco antes da volta de Jesus, e terá poder para proibir todas as religiões e exigir adoração para si como se fosse Deus (v. 4). Portanto, perseguirá aos cristãos. Esse homem terá sucesso em conseguir a adesão da humanidade através de falsos prodígios, engendrados pelo próprio poder de Satanás.(v. 9). Conseguirá iludir os ímpios apresentando-lhes uma falsa e pecaminosa esperança (“engano da injustiça” v. 10). A adesão da humanidade às mentiras desse servo de Satanás servirá para julgamento dos homens daquela geração, no sentido de fazer com que se manifestem aqueles que têm prazer no pecado, e por isso rejeitam a verdade (v. 11-12). O domínio do “homem da iniquidade” será breve. Paulo nos afirma que logo em seguida Jesus voltará e o destruirá com toda a facilidade (v. 8)
Para que Satanás realize seus planos é necessário uma grande apostasia, para o “que agora o detém seja posto fora” (v. 3, 7, 8). Isso significa que grande parte da humanidade se voltará contra Deus, e o que detém a plena atuação de Satanás será retirado. Paulo não esclareceu o que é “um que agora o detém". Alguns estudiosos afirmam que trata-se da igreja. Certo é que a rejeição a Deus pela humanidade ensejará o surgimento do homem da iniquidade.
Muito mais importante que discutir se foi mesmo o Diabo quem criou essa pandemia, é perceber que é ele quem está por trás de tudo que hostiliza, se opõe e procura destruir a igreja e o Reino de Deus. Não temos evidências para afirmar que o Diabo providenciou esta pandemia. Mas fica claro que muitos de seus desdobramentos estão sendo utilizados por ele, como a restrição dos cultos, e outras circunstâncias da pandemia que estão embaraçando a pregação do Evangelho. Portanto, o que está acontecendo agora vai muito além de interesses ideológicos, políticos, ou financeiros. Trata-se de luta espiritual: o poderoso anjo que rebelou-se lutando para tomar o lugar de Deus. E ele procura envolver os seres humanos e destruí-los, usando mentira e astúcia (João 8:44, 10:10).
A vitória final pertence a Cristo, que voltará, destruirá os planos de Satanás, e reinará eternamente (II Tessalonicenses 2:8, Apocalipse 20:10). E seus fiéis participarão da sua glória (I Tessalonicenses 4:13-17, Romanos 8:13-18). Diante de tudo isso, a exortação de Deus é que permaneçamos fiéis a Cristo haja o que houver, sem nos deixar enganar ou desanimar (II Tessalonicenses 2:13-17).
Não estou opinando sobre política, mas alertando sobre uma luta espiritual, que se desenrola aqui neste mundo desde o início da humanidade, e que culminará com a volta triunfante de Jesus. Cada pessoa escolhe hoje de que lado estará: se do lado dos vitoriosos com Cristo, ou daqueles que preferem o pecado e rebeldia contra Deus e serão punidos por toda a eternidade. Crentes em Cristo precisam conferir as Escrituras e confirmar sua posição, e não se deixar influenciar pelas ideias engendradas por Satanás.
Quanto à pandemia e aos cuidados sanitários necessários, é obvio que não os negamos. Como cristãos, somos responsáveis pela saúde de nosso próprio corpo, e também pelo bem de nosso próximo. Entretanto, esses cuidados não devem servir aos propósitos daqueles que se opõe a Cristo. Igrejas devem cultuar a Deus, mas utilizando todas as medidas sanitárias que evitem a infecção das pessoas pelo vírus dessa pandemia. E os que se julgam mais suscetíveis ao contágio ou aos efeitos dessa doença, obviamente são livres para não participar. Mas não devem condenar aqueles que, conscientemente, escolhem cultuar a Deus com seus irmãos. Eles estão mantendo viva a igreja e fortalecendo o Reino de Deus. Por fim, dediquemo-nos intensamente à oração, pois, repito, trata-se de uma verdadeira batalha espiritual. Toda glória seja Dada ao único Deus por toda a eternidade.
Dalton de Souza Lima
sexta-feira, 20 de novembro de 2020
“EU TENHO UM SONHO”
Em 28 de agosto de 1963, o pastor batista Martin Luther King discursou diante de uma multidão em Washington, defendendo os direitos civis dos afro-descendentes dos Estados Unidos da América e uma coexistência harmoniosa entre brancos e negros. Os argumentos que usou em seu famoso discurso, que ficou conhecido como “I have a dream”, sua frase mais marcante, eram todos pacíficos e baseados na constituição norte-americana.
Na mesma época havia outro movimento buscando os direitos civis dos afro-descendentes, chamado “Panteras Negras”. Pregavam o “poder negro” baseado em atitudes agressivas e até atos violentos. Seus líderes buscavam inspiração na dialética marxista da luta entre opressores e oprimidos.
As atitudes agressivas dos Panteras Negras não lograram êxito, mas a liderança determinada e pacífica do pr. Martin Luther King, sempre apresentando argumentos baseados nos princípios bíblicos e na constituição norte-americana, mobilizou multidões e influenciou políticos, conseguindo mudar leis injustas em vários estados daquele país.
No dia 4 de abril de 1968, Martin Luther King foi assassinado. Este foi o preço por lutar pacificamente. Mas sua morte sensibilizou ainda mais a nação norte-americana. O seu legado permanece, e a cada dia o seu sonho torna-se mais real.
Eu também tenho um sonho. Sonho com um Brasil liberto do pecado, com todos os Brasileiros seguindo a Cristo. Sonho com um Brasil transformado, porque cada brasileiro permitiu que Jesus o transforme. Sonho com meu país sendo realmente mãe gentil de todos os brasileiros irmanados em um abraço fraterno porque tornaram-se irmãos em Cristo. Sonho e trabalho. Não empunhando armas que matam ou bandeiras vermelhas, mas de joelhos, aponto para cruz vermelha de sangue onde Jesus deu sua vida pra nos salvar. Eu tenho um sonho que é o mesmo de alguns milhões de brasileiros que verdadeiramente seguem a Cristo. Você quer juntar-se a nós?
Dalton S. Lima
sexta-feira, 6 de novembro de 2020
FIÉIS A CRISTO SEMPRE
Quase metade da população do mundo vive em países muçulmanos ou comunistas, onde não há liberdade religiosa e o cristianismo é perseguido. Nesses países, é difícil ser cristão, pois exige a disposição de sofrer e ser morto por fidelidade a Cristo. Satanás, não podendo destruir a Cristo, volta todo o seu ódio contra os crentes em Cristo e as igrejas de Cristo (Apocalipse 12:1-12). Ele não quer que o Evangelho seja anunciado e que Deus seja glorificado. Ele usa falsas religiões, ideologias, sistemas e governos para essa finalidade. Desde o início do cristianismo ele tem agido assim, mas os verdadeiros cristãos têm permanecido fiéis a Cristo mesmo com dor e com o sacrifício de suas próprias vidas. Graças a eles o Evangelho de Cristo chegou até nós.
A Palavra de Deus nos ensina que antes da volta de Jesus virá um tempo de perseguição aos cristãos por todo o mundo (II Tessalonicenses 2:1-12). Aqui no Brasil, alguns sinais já começam a se desenhar: alguns intelectuais, artistas e comunicadores já nos apresentam como fascistas, inimigos da “igualdade” e do progresso social. Ideólogos de esquerda afirmam que a sociedade precisa se livrar da influência da Bíblia (chamam de cultura judaico-cristã). Chegará o momento em que seremos alvo de perseguição aqui em nosso país. Estaremos prontos quando este momento chegar? Queremos ser fiéis a cristo em qualquer circunstância, mesmo que isso nos traga dor e sofrimento? O verdadeiro discípulo de Cristo deve estar pronto a isto (Lucas 9:22-26). Sejamos sempre fiéis a Cristo, pois a vitória é de Cristo e de seus servos (Apocalipse 12:10-11).
pr. Dalton S. Lima
O MACABRO ENSAIO CHINÊS
Alguns fatos aconteceram durante a pandemia, aos quais não foi dada a devida atenção por parte da grande mídia:
1. Chineses compraram muitas empresas por preço barato, devido à queda nas bolsas de valores provocadas pela pandemia.
2. Durante pelo menos uma semana, a marinha americana ficou praticamente inoperante no Oceano Pacífico devido às tripulações infectadas.
3. Praticamente todos os países infectados tiveram suas economias prejudicadas pelos efeitos da quarentena.
Além desses fatos, há sérias questões que merecem reflexão:
- Porque as autoridades da China impediram a circulação dos habitantes de Wuham, onde o vírus começou a se propagar, pela China, mas não impediu a circulação de viagens internacionais na região?
- Porque esta pandemia não se espalhou pela China, ou ao menos pelas cidades próximas de Wuham?
- Porque o governo chinês fez de tudo para que o mundo não soubesse da epidemia, e porque passou tantas informações erradas sobre ela?
- Porque a OMS se opôs tanto às pesquisas com medicações, especialmente hidroxicloroquina? Porque depois voltou atrás?
- Porque e como a população dos EUA foi tão rápida e amplamente infectada?
- Porque esta pandemia surgiu exatamente no momento em que o governo americano tomava medidas efetivas para barrar o expansionismo econômico chinês?
As peças do quebra cabeças se encaixam e apontam para a execução de algo bem planejado: O ensaio de uma guerra biológica global, visando hegemonia econômica e estratégica da China. Desde a década de 90 os chineses planejam como alcançar hegemonia global em todos os aspectos, inclusive ideológico. A China é governada com mão de ferro pelo Partido Comunista. Tudo é controlado pelo estado, meios de comunicação sofrem forte censura e não é permitido nenhum outro partido político. Após o fim da União Soviética, a China tomou para si a tarefa de espalhar o comunismo pelo mundo, e para isso o seu partido comunista tem pesquisado e planejado estratégias, inclusive guerra não convencional e assimétrica, onde encontramos também o emprego de armas biológicas.
Foi tudo muito bem planejado e executado. É possível rastrear a origem de um vírus com boa margem de acertos. Se um vírus de origem chinesa fizesse o estrago que estamos passando sem atingir a China, ficaria muito evidente a estratégia do governo chinês. Haveria retaliação mundial de várias formas. Então, a população de uma cidade chinesa foi infectada “acidentalmente pela ingestão de sopa de morcegos”, e tornou-se o epicentro da pandemia. Mas, volto a perguntar: porque esse vírus que se propaga tão facilmente não atingiu as cidades vizinhas da mesma forma e nem se espalhou pela China?
A covid-19 espalhou-se pelo mundo e provocou terrível mortandade e pânico. A Organização Mundial de Saúde anunciou que não havia remédio, e que a única coisa a ser feita era que todos se trancassem em casa, numa grande quarentena. As bolsas de valores por todo o mundo despencaram e os chineses compraram barato muitas empresas. Enquanto isso, muitos médicos apontaram medicamentos eficazes se usados prontamente contra o covid-19. A OMS anunciou: não usem, pode matar! E as mortes continuavam aumentando assustadoramente, por efeito do vírus e com a ajuda das estatísticas de governantes corruptos e de telejornais.
Nos Estados Unidos da América, apesar de ser infectado depois dos países da Europa, o novo corona vírus espalhou-se rapidamente e provocou elevado índice de mortes por milhão de habitantes. Uma grande carga viral fora disseminada pelo país.
Militarmente, o mundo ficou quase indefeso diante da China e seus aliados: com suas tripulações infectadas, a frota americana no Oceano Pacífico ficou praticamente inoperante durante uma semana ou mais, com seus poderosos porta aviões ancorados em suas bases. A marinha chinesa movimentava-se absoluta no norte do Pacífico, e a força aérea russa fazia provocações em áreas internacionais estrategicamente próximas aos EUA para testar o grau de prontidão e resposta militar dos americanos.
A pandemia parece aproximar-se do fim, deixando um saldo de centenas de milhares de mortes, economias arruinadas, e a China demonstrando toda a sua força. Seu macabro ensaio foi aparentemente bem sucedido: lucrou com a debacle na economia de muitos países, e ainda neutralizou o poderio militar norte americano no Oceano Pacífico durante alguns dias. Mas ao custo de milhares de vidas inocentes e sofrimento pelo mundo todo.
Mas há um ensaio tão macabro, ou até mais, acontecendo na própria China: todas as religiões são perseguidas, especialmente o cristianismo. Após uma pequena abertura religiosa à partir do final dos anos 90, a perseguição recrudesceu: a Bíblia foi novamente proibida, bem como os batismos. No início de março os bispos católicos foram obrigados a jurar fidelidade ao governo comunista da China. Paralelamente, o líder do governo, Xi Jimping, instaurou o culto ao governo comunista, representado na sua própria pessoa (tal como Stalin e Mao Tze Tung o fizeram, e o fazem os ditadores da Coréia do Norte). As fotografias do líder Xi Jimping estão por toda parte e todos os chineses devem reverenciá-lo. Portanto, em cada cinco seres humanos, um é adorador de Xi Jimping (está é a proporção de chineses em toda a população mundial). Se os chineses alcançarem, como desejam, a hegemonia mundial, é bem provável que imponha este “culto” do seu governante comunista à toda humanidade.
A Bíblia, infalível Palavra de Deus, adverte que, próximo ao momento da volta de Jesus surgirá o Homem da Iniquidade. Ele proibirá todas as religiões e exigirá adoração para si: “Ninguém de modo algum vos engane; porque o dia não chegará sem que venha primeiro a apostasia e seja revelado o homem da iniqüidade, o filho da perdição,
aquele que se opõe e se levanta contra tudo o que se chama Deus ou é objeto de adoração, de sorte que se assenta no santuário de Deus, ostentando-se como Deus.” (II Tessalonicenses 2:3-4). Ao longo da história Satanás fez alguns ensaios parecidos com este. Mas o que acontece hoje na China supera a todos.
A China quer a hegemonia global. Se, e quando isto acontecer, todos se tornarão servos do partido comunista chinês. Oremos para que, se este dia chegar, permaneçamos fiéis a Cristo, mesmo que custe nossas vidas.
Pr. Dalton de Souza Lima